P. Ilustrações: Diário ilustrado

Recentemente fiz o curso “Diário ilustrado: prática diária e consciente” da Kate Sutton, na Domestika, e foi uma experiência transformadora para mim. Descobri que desenhar não é só técnica ou estética, mas também uma forma de me conectar comigo mesma, relaxar e refletir sobre o meu dia.

O que mais gostei foi perceber que cada página podia ser um espaço de liberdade, sem pressão de “ficar perfeito”. Aos poucos, fui criando uma espécie de diário visual, onde registrei momentos simples que me trazem alegria e também reflexões sobre quem eu sou.


🌱 Alguns dos trabalhos que fiz durante o curso:


Satisfação cotidiana: ilustrei os pequenos prazeres que me fazem feliz — desde um banho quentinho no frio até rir junto com outras pessoas.


Exploração interior: desenhei sobre autoconhecimento, meditação e a forma como enxergo meus próprios papéis e traços de personalidade.


Fluxo de cores e emoções: experimentei brincar com formas e pinceladas para representar sentimentos de bem-estar e energia.


Esse curso me ensinou a valorizar os detalhes do dia a dia e a registrar não só o que vejo, mas também o que sinto. Hoje, o sketchbook virou um espaço seguro para me expressar, sem julgamentos, e uma ferramenta para cultivar presença e gratidão.

Recomendo muito para quem gosta de desenhar e também para quem procura um jeito de se conhecer melhor através da arte 💛


Como o curso se conectou à minha paixão dela por fanarts ...


Uma das coisas mais legais de ter feito o curso foi perceber como o diário ilustrado pode se juntar à minha paixão por fanart. Sempre gostei de desenhar personagens de livros, filmes e séries que amo, mas às vezes ficava só repetindo poses ou tentando deixar igual ao original.

Com os exercícios do curso, aprendi a olhar de outro jeito: agora consigo misturar meus personagens preferidos com reflexões pessoais, cores e símbolos que representam como me sinto em relação a eles. Não é só copiar — é transformar em algo meu.

Por exemplo, quando penso num personagem que me inspira coragem, posso desenhá-lo dentro de uma cena cheia de cores quentes, ou quando quero mostrar a saudade que sinto de uma história, posso brincar com formas mais soltas e melancólicas. O curso me deu confiança para experimentar e deixar o traço mais livre, sem me preocupar tanto em “acertar”.

A fanart, para mim, virou também um diário emocional: cada desenho carrega tanto do personagem quanto de mim mesma. Isso me faz sentir que estou construindo uma ponte entre o que eu amo e quem eu sou.

Comentários